Toda loucura tem um ponto de partida. Traumas, decepções e risco de vida são apenas alguns gatilhos que podem alterar a vida de uma pessoa de uma vez por todas. Foi exatamente isso o que aconteceu com Isaac Clarke, engenheiro de sistemas que foi destacado para fazer um reparo no sistema de comunicação da nave mineradora Ishimura.
Ao chegar a bordo da nave ele descobre que o lugar foi dominado por monstros mutantes que ceifaram centenas de vidas dos tripulantes, entre as vítimas sua namorada, Nicole. Tomado pelo espírito de vingança, parte para acabar com todos, custe o que custar. No final das contas, Isaac consegue sobreviver ao incidente, mas com uma cicatriz profunda em sua alma.
Esse foi o pontapé inicial para que o herói nunca mais fosse o mesmo e isso pode ser visto em "Dead Space 2", um jogo que mostra que em certos momentos é necessário ter um pouco de loucura para garantir a sua sobrevivência.
Medo até os ossos
Voltar vivo da carnificina da Ishimura não foi uma benção para Clarke. Ao regressar para a colônia espacial Sprawl ele foi diagnosticado com síndrome de estresse pós-traumático, paranóia e esquizofrenia crônica - ou seja, um louco de pedra. Ele estava em tratamento quando o pior aconteceu: a morada dos humanos no espaço foi invadida pelos necromorphs, os tais mutantes da aventura anterior. A partir desse momento Isaac prova que é a pessoa mais bem preparada para lidar com essa situação.
Do outro lado da tela da televisão o jogador assiste, na ponta do sofá, as cenas de terror mais assustadoras dos últimos tempos. Monstros saltando de buracos, alarmes de incêndio disparando, corredores ensangüentados, gritos de pavor saindo dos apartamentos... É possível ver que antes a vida em Sprawl era aprazível, mas que no atual estado está mais para um inferno no meio do espaço.
Cenas perturbadoras se espalham em cada canto, como condomínios de apartamentos totalmente destruídos, pré-escolas desoladas e áreas comuns em caos. O terror se instalou e trouxe com ele seres mais inteligentes, rápidos e mortais. Alguns mais nojentos, como o Puker, que regurgita um jato de ácido; outros causam repulsa, como é o caso dos bebês bombas, conhecidos como Crawlers.
A maioria dos necromorphs do primeiro jogo volta em "Dead Space 2" com mais sede de sangue e gritos de desespero. Mas Isaac também está bem mudado. Agora ele deixou de ser passivo e se tornou o cara mais importante da história. Além de ter voz ativa e uma personalidade marcante, Isaac tem problemas psicológicos que o perseguem em todos os cantos da estação. Essa pequena mudança transformou não só o personagem, mas também deu dinâmica e peso maiores ao enredo, tornando-o mais intenso e profundo.
Cauterizando a carne
Da mesma forma que os inimigos estão mais assustadores e mortais, Isaac também está melhor preparado para enfrentá-los. Ele não é mais um simples engenheiro que usa uma ferramenta para arrancar braços e pernas de alienígenas. Agora ele tem armas mais poderosas e diversificadas, como o Javelin Gun, que dispara uma lança e empala o alvo; o Detonator, que cria armadilhas para os espertinhos que tentam cercá-lo e o poderoso Seeker Rifle que tem um poder de fogo para acabar com seu alvo em apenas um disparo.
O importante é estar preparado para cenas fortes, violentas e viscerais. Não só isso, além de desmembrar os seus adversários, Isaac mostra um prazer sádico em pisar e socar, habilidades essas que poderiam passar despercebidas no primeiro jogo de tão inúteis que eram. Agora Isaac pode optar por distribuir pancadas nos monstros e assim abrir caminho em busca por mais munição ou energia.
Em paralelo a tudo isso, foram adicionados novos elementos que melhoraram o combate, como é o caso de itens espalhados pelo cenário, a exemplo de bombas de Stasis (que congelam o inimigo por algum tempo), tanques de combustível e outros objetos que podem ser arremessados nos monstros.
Fora do combate, Isaac ganhou a habilidade de flutuar em campos de gravidade zero, o que melhora a sensação de estar no espaço. Essa habilidade é utilizada principalmente em quebra-cabeças ou simplesmente podem ser usadas apenas para ir de um lado a outro da estação. Por outro lado, existem menos partes nas quais o herói fica sem oxigênio, eliminando o sentimento de urgência que existia no primeiro game.
Mas de forma geral, o modo de campanha melhorou em todos os aspectos e se tornou mais profundo. A história do jogo está tão bem trabalhada, tão instigante que é necessária muita força de vontade para parar de jogar e ir dormir - isso é, para quem conseguir dormir e não ter pesadelos. Já o modo multiplayer não é bem assim.
Controlando a massa
Quando anunciado, o modo de jogo em grupo de "Dead Space 2" prometeu colocar os jogadores encarnando tanto os soldados de Sprawl, quanto na pele dos necromorphs. O que parecia ser uma idéia interessante acabou se tornando um elemento desnecessário, pois toda a tensão do modo de campanha é simplesmente ignorada nesta parte.
Jogar "Dead Space 2" é jogar contra a massa. Um soldado contra dezenas de monstros loucos por sangue. Porém é nítido o desequilíbrio do game, que deixou os humanos muito mais poderosos do que os mutantes alienígenas. O trabalho em conjunto é necessário para a vitória e dificilmente isso acontece na maioria das partidas do game.
Aqueles que se aventurarem pelos modos multiplayer vão ver um sistema de evolução que vai liberando novas armas, armaduras e tipos de necromorphs que podem ser controlados. Os modos de jogo vão desde o simples team deathmatch até opções cooperativas em que jogadores podem se unir para lutar contra a massa de monstros seguindo o esquema de fuga à lá "Left 4 Dead", porém sem o mesmo charme. Na melhor das ocasiões, os jogadores podem usar essa parte para passar o tempo depois de terminar o modo solo pela quarta vez.
fonte:uol jogos
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Dead Space 2
Com maior variedade de inimigos, quebra-cabeças e sustos garantidos, "Dead Space 2" é a continuação de um dos mais aterrorizantes jogos dessa geração.
Nessa aventura, o protagonista Isaac Clarke está mais forte, resultado das experiências que teve no primeiro episódio. Uma das mudanças é o reforço de habilidade psíquica, que pode ser usada como a Força, da saga "Star Wars", para manipular objetos.
Os produtores criaram todos os cenários e acontecimentos para manter o clima tenso e fazer um jogo ainda mais assustador. "Queremos que os jogadores sintam medo e tomem sustos. 'Dead Space 2' realmente dá medo", disse Steve Popoutisis, produtor executivo.
Os cenários estão mais interativos com objetos destrutíveis, como cadeiras e copos. Além disso, os quebra-cabeças ainda contam com uma inovação no sistema de gravidade zero. Isaac pode - e precisa - vasculhar os cenários enquanto a gravidade está baixa, indo para cima, baixo e os lados.
E para complicar ainda mais a vida do protagonista, novos inimigos surgem em "Dead Space 2", como o Puker e o The Pack. O primeiro é um monstro que ataca de longe, podendo paralisar Isaac para que os demais adversários o ataquem. Já o The Pack é um dos mais grotescos e bizarros de toda a série; trata-se de um grupo de crianças mutantes com uma aparência nem um pouco amigável.
Para combater todas as novas ameaças, o soldado espacial ganha novas armas, como a Javelin Gun que, ao ser evoluída conforme o progresso na aventura, adquire poderosos tiros de dardos incendiados que queimam e pregam os monstros nas paredes.
DETALHES:
Fabricante: Electronic Arts
Lançamento: 25/01/2011
Distribuidora: Electronic Arts
Suporte: 1 jogador, cartão de memória
Outras plataformas: PS3 PC X360
Fonte: Uol jogos
Análise - Killzone 3
Na guerra só sobrevive quem tem miolos. Isso é fato. Não adianta sair correndo pra cima do inimigo como se fosse uma batalha campal - é necessário ter calma, ser estratégico e mortal. E Tomas Sevchenko (conhecido como Sev) tem essas qualidades, mas também sabe agir quando está cercado por soldados Helghast.
É com este homem que o jogador vai encarar "Killzone 3", o segundo game da série que chega ao PlayStation 3 e que se tornou um dos principais jogos de tiro em primeira pessoa do console. É com os olhos dele que os jogadores enxergam um dos games mais impressionantes do videogame da Sony.
Faca no olho
A história de "Killzone 3" não é uma das melhores que temos por aí. O game continua do mesmo ponto que terminou o segundo game, ou seja, para compreender toda a trama é necessário jogar o anterior de cabo a rabo. Para os apressados existe a opção de assistir ao resumo dos eventos, que até funciona, mas não consegue mostrar com eficiência o laço que se forma entre o protagonista e seu companheiro de guerra, Rico.
Tudo começa do lado de fora da fortaleza de Visari, grande líder do planeta Helgan que morreu como um mártir nas mãos de Rico, que desobedeceu a ordem de capturá-lo. Agora, além de furiosos, os vilões têm a inspiração certa para seguir sua revolução contra as forças da Interplanetary Strategic Alliance (ISA). Em paralelo a isso, o centro político de Helgan é movimentado pela sucessão de Visari entre o general Orlock e o presidente da indústria armamentista do planeta, Jorhan Stahl.
Porém, o desenrolar da história tem seus tropeços de roteiro com reviravoltas em demasia e momentos pseudodramáticos que poderiam ser melhor dosados. Em todos os segmentos os soldados gritam uns com os outros como se estivessem a quilômetros de distância, ou fazem drama por motivos banais. Além disso, a campanha acaba como um susto, sem o clímax para mostrar que o game está chegando ao final.
Já a aguardada dublagem em português tem seus pontos fortes e baixos. Um deles está em erros bobos, como toda vez que Rico se dirige para Sev falando no plural. Parece que o protagonista vale por um exército inteiro, já que ouve frases como "vocês devem seguir por aqui" ou "eu estou do lado de vocês". As vozes parecem ter vindo de um filme de ação desses que a gente vê na televisão no meio da tarde, o que pode parecer estranho por algum tempo, mas depois de algumas horas soa até natural. Essa é uma boa pedida para aqueles que têm dificuldades com o inglês e é um bom passo na direção certa para o público brasileiro. Os puritanos não se decepcionam, pois existe a possibilidade de ouvir o áudio original.
Por Visari
Se a história do jogo é um pouco fraca, o mesmo não se pode dizer de todo o resto, que é bem acabado e consistente. A diversidade de cenários no modo de campanha, por exemplo, se alterna entre ambientes abertos e fechados, com muitos locais para utilizar a mecânica de andar e se esconder consagrada em "Killzone 2". E mesmo assim é difícil encontrar um local 100% seguro, isso porque a inteligência artificial não poupa balas para mandar Sev para o além caso esteja desprotegido. Além disso, os inimigos fazem de tudo para que o jogador não fique parado no mesmo lugar por muito tempo, arremessando granadas e criando cercos mesmo na dificuldade normal.
A seleção de armas está em alta e o jogador tem diversas opções espalhadas pelos cenários. Rifles, metralhadoras e escopetas fazem pares com lança-chamas, pistolas explosivas e uma "metralhadora de mísseis" que dispara diversos foguetes nos adversários. Além disso, existem diversas seções a bordo de veículos, como robôs, tanques de guerra e a grande vedete mostrada em diversos trailers: o Jet Pack. Com essas armas o jogador se sente poderoso, mas não onipotente. São fases cheias de ação e que exploram muito bem o material oferecido.
Os controles quase se tornam parte do corpo do jogador, com respostas rápidas e precisas, seja usando um DualShock 3 ou o PlayStation Move. O game tem uma configuração própria de botões ou pode adotar o sistema "padrão" apresentado na série "Call of Duty", de qualquer forma, não existe uma fase de aprendizado, pois tudo é muito natural.
Já com o PlayStation Move a coisa vai além, pois a precisão do aparelho é de fato surpreendente, sem contar o inteligente mapeamento de botões que deixa a experiência ainda mais prazerosa. O mais interessante é que existem partes específicas desenvolvidas para o controle sensível a movimentos, como as cenas sobre trilhos em veículos. A adrenalina é tanta que parece que o game muda. Entretanto, é necessário dizer que é imprescindível ter à mão um Navigation Controller, já que é desconfortável usar o DualShock 3 como controle para movimentação.
Primazia técnica
"Killzone 3" atinge um novo nível gráfico que enche os olhos. Os cenários são esplendorosos e ricos em detalhes. As cores supersaturadas dão a atmosfera de desespero e perigo que se esconde pelos cantos de Helghan. Em nenhum momento existe queda nos quadros de animação, mesmo quando diversos elementos estão em movimento causando o caos na tela. A fluidez na animação se perde um pouco apenas ao jogar em 3D, visto que o efeito exige mais do processamento do videogame, mas em troca o jogador é brindado com uma das experiências mais polidas do PS3, com nitidez de imagem e boa sensação de profundidade utilizando óculos tridimensionais.
E esses momentos de glória se estendem também pelo robusto modo multiplayer. Existem as mais diversas opções, como o clássico mata-mata individual. Mas o cerne está na indispensável modalidade por objetivos que possui mapas equilibrados e gigantescos. Nenhum dos dois lados fica em desvantagem e para se dar bem o que conta é realmente a perícia do jogador. O game conta com um belo sistema de evolução de classes, no qual os jogadores passarão os próximos meses se esforçando para chegar ao nível máximo em todas.
O único porém para modo multiplayer fica para o modo cooperativo que só pode ser aproveitado com tela dividida. A Guerrilla Games poderia ter elaborado um sistema online para esta porção do jogo para poder ser aproveitada por todos os jogadores
Fonte : Uol games
É com este homem que o jogador vai encarar "Killzone 3", o segundo game da série que chega ao PlayStation 3 e que se tornou um dos principais jogos de tiro em primeira pessoa do console. É com os olhos dele que os jogadores enxergam um dos games mais impressionantes do videogame da Sony.
Faca no olho
A história de "Killzone 3" não é uma das melhores que temos por aí. O game continua do mesmo ponto que terminou o segundo game, ou seja, para compreender toda a trama é necessário jogar o anterior de cabo a rabo. Para os apressados existe a opção de assistir ao resumo dos eventos, que até funciona, mas não consegue mostrar com eficiência o laço que se forma entre o protagonista e seu companheiro de guerra, Rico.
Tudo começa do lado de fora da fortaleza de Visari, grande líder do planeta Helgan que morreu como um mártir nas mãos de Rico, que desobedeceu a ordem de capturá-lo. Agora, além de furiosos, os vilões têm a inspiração certa para seguir sua revolução contra as forças da Interplanetary Strategic Alliance (ISA). Em paralelo a isso, o centro político de Helgan é movimentado pela sucessão de Visari entre o general Orlock e o presidente da indústria armamentista do planeta, Jorhan Stahl.
Porém, o desenrolar da história tem seus tropeços de roteiro com reviravoltas em demasia e momentos pseudodramáticos que poderiam ser melhor dosados. Em todos os segmentos os soldados gritam uns com os outros como se estivessem a quilômetros de distância, ou fazem drama por motivos banais. Além disso, a campanha acaba como um susto, sem o clímax para mostrar que o game está chegando ao final.
Já a aguardada dublagem em português tem seus pontos fortes e baixos. Um deles está em erros bobos, como toda vez que Rico se dirige para Sev falando no plural. Parece que o protagonista vale por um exército inteiro, já que ouve frases como "vocês devem seguir por aqui" ou "eu estou do lado de vocês". As vozes parecem ter vindo de um filme de ação desses que a gente vê na televisão no meio da tarde, o que pode parecer estranho por algum tempo, mas depois de algumas horas soa até natural. Essa é uma boa pedida para aqueles que têm dificuldades com o inglês e é um bom passo na direção certa para o público brasileiro. Os puritanos não se decepcionam, pois existe a possibilidade de ouvir o áudio original.
Por Visari
Se a história do jogo é um pouco fraca, o mesmo não se pode dizer de todo o resto, que é bem acabado e consistente. A diversidade de cenários no modo de campanha, por exemplo, se alterna entre ambientes abertos e fechados, com muitos locais para utilizar a mecânica de andar e se esconder consagrada em "Killzone 2". E mesmo assim é difícil encontrar um local 100% seguro, isso porque a inteligência artificial não poupa balas para mandar Sev para o além caso esteja desprotegido. Além disso, os inimigos fazem de tudo para que o jogador não fique parado no mesmo lugar por muito tempo, arremessando granadas e criando cercos mesmo na dificuldade normal.
Os controles quase se tornam parte do corpo do jogador, com respostas rápidas e precisas, seja usando um DualShock 3 ou o PlayStation Move. O game tem uma configuração própria de botões ou pode adotar o sistema "padrão" apresentado na série "Call of Duty", de qualquer forma, não existe uma fase de aprendizado, pois tudo é muito natural.
Já com o PlayStation Move a coisa vai além, pois a precisão do aparelho é de fato surpreendente, sem contar o inteligente mapeamento de botões que deixa a experiência ainda mais prazerosa. O mais interessante é que existem partes específicas desenvolvidas para o controle sensível a movimentos, como as cenas sobre trilhos em veículos. A adrenalina é tanta que parece que o game muda. Entretanto, é necessário dizer que é imprescindível ter à mão um Navigation Controller, já que é desconfortável usar o DualShock 3 como controle para movimentação.
Primazia técnica
"Killzone 3" atinge um novo nível gráfico que enche os olhos. Os cenários são esplendorosos e ricos em detalhes. As cores supersaturadas dão a atmosfera de desespero e perigo que se esconde pelos cantos de Helghan. Em nenhum momento existe queda nos quadros de animação, mesmo quando diversos elementos estão em movimento causando o caos na tela. A fluidez na animação se perde um pouco apenas ao jogar em 3D, visto que o efeito exige mais do processamento do videogame, mas em troca o jogador é brindado com uma das experiências mais polidas do PS3, com nitidez de imagem e boa sensação de profundidade utilizando óculos tridimensionais.
E esses momentos de glória se estendem também pelo robusto modo multiplayer. Existem as mais diversas opções, como o clássico mata-mata individual. Mas o cerne está na indispensável modalidade por objetivos que possui mapas equilibrados e gigantescos. Nenhum dos dois lados fica em desvantagem e para se dar bem o que conta é realmente a perícia do jogador. O game conta com um belo sistema de evolução de classes, no qual os jogadores passarão os próximos meses se esforçando para chegar ao nível máximo em todas.
O único porém para modo multiplayer fica para o modo cooperativo que só pode ser aproveitado com tela dividida. A Guerrilla Games poderia ter elaborado um sistema online para esta porção do jogo para poder ser aproveitada por todos os jogadores
Fonte : Uol games
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Novidades na Xbox Live Br
• Batman: Arkham Asylum - R$ 119 - 6,67 GB
• Tomb Raider: Legend - R$ 79 - 6,55 GB
• Tomb Raider: Underworld- R$ 39 - 6,62 GB
• Tomb Raider: Anniversary - R$ 39 - 3,01 GB
• Hitman: blood Money - R$ 79 - 4,94 BG
• Kane & Lynch: Dead Man - R$ 79 - 5,49 GB
• Battlestations Pacific - R$ 79 - 4,91 GB
fonte :xbox360live
fonte :xbox360live
L.A Noire
"L.A. Noire" é o primeiro game da produtora Team Bondi, fundada por Brendan McNamara, diretor e roteirista de "The Getaway", do Team Soho da Sony. O jogo é produzido e distribuído pela Rockstar Games.
Como o próprio título denuncia, a ação se desenrola na Los Angeles no ano de 1947, com uma atmosfera noir similar ao que foi visto em filmes como "Los Angeles - Cidade Proibida" e "Chinatown".
O jogo será publicado para o Playstation 3 e Xbox 360 .
Gameplay
O protagonista é o policial Cole Phelps, que deve investigar uma série de assassinatos brutais e complexos, mesmo com a interferência da imprensa, colegas corruptos e pessoas poderosas que não querem ver os crimes solucionados.
A mecânica básica de "L. A. Noire" envolve a resolução de casos através de investigação da cena do crime, análise de depoimentos e interrogatórios, nem sempre pacíficos. Os sistemas de depoimentos e interrogatórios utilizam tecnologia de animação facial criada exclusivamente para o game.
fonte :wikipedia livre
Killzone 3
A série de tiro em primeira pessoa da Sony, que já vendeu mais de 3,5 milhões de unidades em todo o mundo, vai ganhar novo episódio com suporte a 3D estereoscópico e ao controle PS Move.
O grande diferencl iade "Killzone 3", segundo os produtores, é que ele está sendo feito desde o começo em 3D, o que torna a experiência melhor. Ainda apostando em novas tecnologias, ele também terá suporte ao Move, controle com sensor de movimentos do PlayStation 3.
Narrando a ferrenha luta entre os humanos contra os Hellghast, "Killzone 3" teve seu enredo definido como uma referência do clássico literário "Davi e Golias", pelos produtores. A história continua logo após Sev ter derrotado Hadec e Rico matado Visari, quando uma frota de inimigos se aproxima para destruir os navios da ISA.
Os cenários recebem grande modificação. O design explora fases com neve, florestas alienígenas e batalhas espaciais. Essas adições dão mais variedade aos mapas, que nas demais versões sempre estiveram muito focados em ambientes urbanos.
A exemplo de "Killzone Liberation", de PSP, a nova versão terá jetpacks. Só que desta vez eles têm uma funcionalidade diferente, garantindo não somente uma solução para progressão nas fases, mas também um aliado nos tiroteios que se tornam, também, verticais.
Nos combates corpo-a-corpo, um novo sistema permite que vários golpes e até mesmo sequências sejam executadas contra adversários próximos. O clássico rifle M82 está de volta, assim como a estreia do WASP, um lançador de múltiplos mísseis.
DETALHES:
Fabricante: Guerrilla Games
Lançamento: 22/02/2011
Distribuidora: Sony
Suporte: 1 jogador, multiplayer online, cartão de memória
Outras plataformas: PS3
fonte:uol games
Battlefild 3
Battlefield 3 pode ter algumas missões no Brasil !!
O rumor é "revelado" pela cena final do teaser da jogabilidade do jogo, aonde se consegue ouvir um grito, dizendo em português bem claro: "desarmado!", na cena final após a exibição do logo do jogo. Vamos aguardar alguma confirmação oficial.
fonte: wikipedia livre
Crysis 2
A expectativa em relação a "Crysis 2" recai sobre a fama da produtora alemã Crytek, considerada uma empresa de ponta em desenvolvimento de tecnologia gráfica em jogos. O primeiro "Crysis" se destacou pelos visuais à frente de seu tempo e que ainda impressionam. A continuação chega para mostrar o potencial do CryEngine 3, novo motor gráfico criado para rodar tanto no PC quanto nos consoles atuais de alta definição, Xbox 360 e Playstation 3.
Os eventos de "Crysis 2" acontecem três anos após os do primeiro game. A ação continua em primeira pessoa e novamente coloca o jogador na pele de um soldado com equipamento de ponta. O grande poder de fogo é necessário para conter uma ameaça de escala muito maior do que a vista no game original. A força alienígena do primeiro jogo se expandiu e agora mira para a dominação global. O cenário principal da nova aventura é a cidade de Nova York, que aparece totalmente destruída pelos ataques.
Neste ambiente urbano aberto, de acordo com a Crytek, predominam mais elementos de altitude. Assim, os tiroteios ficam mais dinâmicos já que aumentam as possibilidades de planejamento, com ataques de múltiplos pontos estratégicos em níveis diferentes. Isto se torna ainda mais profundo com o uso do modo de tática, que adquire informações sobre o ambiente , como armadilhas ambientais e locais para cobertura, além do posicionamento inimigo ao redor do personagem.
Outra novidade é a versão 2.0 da Nanosuit, armadura de combate utilizada pelos protagonistas da franquia e que garante aumento de habilidades. Em "Crysis 2", além do tático, os outros quatro modos retornam com ajustes importantes. Um bom exemplo dessas alterações está na combinação das funções Speed e Power, que aumentam a velocidade e força do herói.
DETALHES:
Fabricante: Crytek Studios
Lançamento: 22/03/2011
Distribuidora: Electronic Arts
Suporte: Multiplayer
Outras plataformas: PC PS3 XBOX 360
fonte: uol games
Shift 2 Unleashed
"Shift 2: Unleashed", continuação de "Need For Speed: Shift", busca concorrer com simuladores consagrados, como "forza Motorsport" e "Gran Turismo" e para isso segue os passos do game anterior, com mais foco no realismo e simulação do que qualquer outro jogo da série da Electronic Arts, mas sem deixar de lado a tensão da competição acirrada na pista.
"Unleashed" traz novos circuitos, carros e opções de câmera, assim como um sistema de danos aprimorado, que procura reproduzir com fidelidade os princípios da física e degradação tanto dos veículos como das pistas.
O jogo não oferece centenas de carros e pistas como seus rivais, mas concentra suas opções em veículos chamativos e de alta performance, com bólidos como Nissan Silvia spec.R Aero (S15), Alfa Romeo Giulietta QV e Lamborghini Murciélago LP640. Os veículos podem ser ajustados e personalizados, com trocas de pneus, motores, suspensão e freios, criando assim combinações e estratégias para melhorar a performance e ganhar preciosos segundos em cada corrida.
O jogador pode escolher entre automóveis de quatro categorias: Retro, Legend, Muscle e Super, cada uma com suas características e desempenho. O sistema Autolog, uma rede social que permite competir com amigos na busca do menor tempo, introduzido em "Need for Speed: Hot Pursuit", também está presente no simulador.
DETALHES:
Fabricante: Slightly Mad Studio
Lançamento: 29/03/2011
Distribuidora: Electronic Arts
Suporte: 1 jogador, multiplayer online, cartão de memória
Configuração mínima: Windows XP/Vista
Outras plataformas: PC PS3 XBOX 360
fonte uol games
XBOX360 ELITE
Xbox 360 Elite é uma versão produzida em menor escala do console da Microsoft. A versão conta com um disco rígido de 120GB, uma porta HDMI, além de um novo visual. Foi anunciado oficialmente pela Microsoft em 27 de Março de 2007,em seu anuncio, foi divulgado que teria lançamento na América do Norte em 29 de Abril de 2007, e na Europa apenas foi dito como "brevemente".
No console podem ser jogados todos os jogos do Xbox 360 e algumas compatibilidades com o Xbox. Um disco rígido é sempre necessário para jogar jogos do Xbox (Na versão Elite acompanha disco rígido de 120GB).
O que vem na caixa?
O Xbox 360 Elite inclui:
- Xbox 360 Black Console
- HD Removível de 120GB
- Controle Preto Wireless
- Headset Preto Sem-fio
- Cabo de Vídeo Componente/Composto Multi AV
- Cabo Ethernet
fonte :wikipedia livre
black berry
O Blackberry tem um browser que permite fácil navegação, um botão que funciona como mouse e um teclado alfanumérico que permite a introdução de textos. O envio e recepção de mensagem e e-mail nestes aparelhos chega a até 200 kbps. Tudo graças ao uso da tecnologia EDGE, desenvolvida para transmissão de dados em alta velocidade, hoje superada por tecnologias como UTMS e HSDPA (3G), que permite disponibilizar estes serviços com a infra-estrutura GSM existente.
Qualquer conta de e-mail pode ser configurada no aparelho, que suporta também e-mails com anexos e permite a visualização deles em programas e formatos de texto e imagem, como Word, Excel, PDF, BMP, JPG entre outros. Alguns deles ainda não são visualizados perfeitamente, mas a tendência é que isto se solucione com o surgimento de novos modelos.
Características
O BlackBerry é composto por um software integrado que possibilita acesso a serviços de dados e comunicação. O aparelho oferece suporte às principais plataformas de e-mail corporativo e pode ser personalizada para atender às necessidades de um único utilizador ou de uma empresa inteira. A partir da versão 4.6 do sistema operativo do BlackBerry, ele passou a suportar a tecnologia AJAX para aplicações web.
fonte: wikipedia
Assinar:
Comentários (Atom)
